Quando a
Keka me pediu para listar as 15 melhores músicas lançadas nesse ano, e as 15
melhores que já ouvi na minha vida, eu pensei “barbada!”. Não foi bem assim.
Entre a leitura de um livro, a redação de um artigo e algumas xícaras de café
ou beer bottles andei ouvindo bastante coisa. Mais do que eu poderia
listar em apenas 15 opções. Por isso mesmo, muita coisa ficou de fora.
As canções que listarei a seguir são as que foram mais relevantes para mim nesse 2011. Sejam canções que de agora em diante seguirão na estrada comigo, clássicos que aqui sempre estiveram ou que eu vi nascerem uns poucos anos atrás, essas foram as músicas que mais me despertaram sentimentos e sensações durante esse ano que agora se despede.
As canções que listarei a seguir são as que foram mais relevantes para mim nesse 2011. Sejam canções que de agora em diante seguirão na estrada comigo, clássicos que aqui sempre estiveram ou que eu vi nascerem uns poucos anos atrás, essas foram as músicas que mais me despertaram sentimentos e sensações durante esse ano que agora se despede.
#15 – The Rifles – “The Great Escape” – Lançada em 2009, “The Great Escape” é a
segunda faixa do album de mesmo nome. Outra canção (“Sometimes”) fez parte da
trilha do seriado teen Vampire Diaries, mas “The Great Escape” é mil
vezes melhor.
#14 – UNKLE (feat. The Black Angels) – “With You In My Head” – Parceria entre os
ingleses do projeto eletrônico UNKLE e da banda alternativa americana The Black
Angels, “With You In My Head” é uma faixa que soa como um encontro do Enigma
com os Chemical Brothers. A letra fala de possessão sentimental usando o viés
da possessão demoníaca. Nem adianta ter preconceitos por conta da inclusão dela
na trilha sonora do filme Twilight – Eclipse, pois a música é muito boa.
#13 – Broken Social Scene – “Stars and Sons” – “Violões distorcidos com fuzz, batida de
palmas, uma bateria básica e um vocal sensualmente sussurrado” – esses são
alguns dos ingredientes dessa acachapante faixa de 2002. Maravilhosa até hoje.
#12 – The Wedding Present – “My Favourite Dress” – Banda inglesa oitentista, a The
Wedding Present chegou a ser comparada com seus compatriotas dos Smiths. De
fato, algumas vezes os vocais de David Gedge lembravam os de Morrissey e o
guitarrista meio-ucraniano/meio-irlandês Peter Solowka também palhetava as
cordas de seu instrumento como Johnny Marr. Porém, nada disso exclui o fato de
que seu álbum de estréia, George Best, de 1987, é um dos melhores discos
que o rock inglês produziu na década de oitenta.
#11 – U2 (feat. Johnny Cash) – “The Wanderer” – Esqueça os padres cantores; esqueça
o rock gospel ou as pregações televisivas. “The Wanderer”, sozinha, é uma das
maiores experiências espirituais que você pode experimentar na sua vida (a
outra é “Hallelujah”, de Leonard Cohen). Aceite meu conselho e ouça essa música
depois de assistir Walk The Line (Johnny & June). É você falando línguas
estranhas ou todo o seu dinheiro de volta.
#10 – Superguidis – “Ainda Sem Nome” – Essa banda natural de Guaíba-RS acabou esse ano e
deixou milhares de órfãos pelo Brasil afora. Se você vive numa grande cidade,
“Ainda Sem Nome” foi feita sob medida para você refletir sobre a correria e a
solidão da vida moderna.
#9 – Pink Floyd – “Fearless” – Esqueça o Pink Floyd das canções de vinte minutos.
Esqueça também o chororô de Roger Waters em The Wall. “Fearless” faz
parte de Meddle, álbum de transição da banda, lançado em 1971. Quando se
ouve essa canção nem parece que foi aqui, nesse mesmo disco, que Dark Side
of the Moon começou a ser delineado. Mas foi.
#8 – Manic Street Preachers – “So Dead” – Quando foi lançada em 1992, “So Dead” fazia
parte do primeiro disco dos MSP (Generation Terrorists). Na época
ninguém imaginou o quanto de dor pessoal havia na letra do guitarrista Richey
James Edwards. Três anos depois, Edwards desapareceria sem deixar rastros.
Saltou da Severn Bridge para o assustador Clube dos 27.
#7 – Radiohead – “Airbag” – O que parecia ser possível apenas com a imaginária união do
músico Brian Eno com o compositor vanguardista Karlheinz Stockhausen e o gênio
dos computadores Steve Jobs, o Radiohead sintetizou em “Airbag”. Toda vez que
ouço essa música eu me pergunto se ela foi mesmo inspirada nos sentimentos dos
músicos ou em complexos padrões matemáticos.
#6 – Dexy’s Midnight Runners – “Come On Eileen” – Só ouvindo pra constatar que essa é
uma das canções mais perfeitas de todos os tempos.
(Continua)
(Continua)
With you in my head é brilhante. pena ser parte da trilha sonora daquele filme, mas nada que tire a qualidade dela.
ResponderExcluirGente, td bem q crepúsculo eh um filme de menininhas e etc
ResponderExcluirMas a gente tem q admitir, que pelo menos os 3 primeiros, se garantiram na trilha sonora, aliás unica coisa que acho que realmente se saaalva dos filmes ^^