Mostrando postagens com marcador elizabeth and the catapult. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador elizabeth and the catapult. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de março de 2011

3 vídeos para papocar o fim-de-semana

A girl band sueca Those Dancing Days e o clipe do single fofo "I'll Be Yours", do mais recente álbum Daydreams & Nightmares.


Winter Gloves (que foi a trilha sonora desse carnaval-sem-dignidade) tocando "Factories" e "Plastic Slides" e sendo bonitos nas ruas de Montréal.


Elizabeth & The Catapult com ótima "You and Me", para abalar os corações ardidamente apaixonados.

sábado, 20 de novembro de 2010

(Re)Descoberta da semana: Elizabeth and The Catapult

Vez em quando, acho que já perceberam, me surgem umas vontades de falar do quanto existe uma força poderosa nos vocais femininos. Assim como devem ter notado que a descoberta dessa semana nem é tão nova assim, pois já devem ter visto por aqui há algum tempo. Elizabeth and The Catapult é formada por formada por Pete Woodman Lalish, Dan Molad e o auterego porta-voz Elizabeth Ziman.

No novo disco, The Other Side Of Zero, a banda constrói uma sonoridade não muito fora do comum, embora tenha se tornado mais harmônica. Talvez o disco não seja muito convidativo para obcecados por dance on the floor, mas vale uma boa audição para entender a boa vontade de produzir e mesclar melodias através de violinos, pandeirolas e outras coisinhas simples que não sei o nome. Deve ser essa coisa do amadurecimento.

Entenda:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Minha banda favorita desse mês



Há alguns meses, um vírus idiota fez o favor de infectar todos os meus arquivos, consequentemente, minhas pastas de música. Aí, fiquei sem ideia do que ouvir e do que escrever. Acontece. Mas aí minha salvação tem sido escutar a Future Perfect Radio. Essas 'oiçadas' me proporcionaram conhecer algumas bandas bem boazudas, como a Elizabeth & Catapult.

Formada por Pete Woodman Lalish, Dan Molad, e a própria
Elizabeth (mas essa é a Abby Lynn Ziman) a banda tece uma sonoridade minimalista sem se tornar excessivamente chata. A voz de Elizabeth funde-se com cada detalhe ricamente trabalhado com as faixa do álbum Taller Children.


Ontem, após uma discussão sobre ter ou não-ter TDA (transtorno de déficit de atenção),
percebi que as melodias que mais me seduzem são aquelas cheias de movimento. A partir disso, notei que grande parte (para não dizer todas) das faixas desse ótimo álbum seguem uma oscilação bastante comum, mas sem deixar nada a desejar. Particularmente, gosto de prestar atenção nos solinhos de guitarra e nas palmas (acho que tenho TDA mesmo). Esse aqui tem de sobra. Muitas críticas dizem que a sonoridade deles deve muito ao jazz. A referência ao country é perceptível.  Ao indierock muito mais. Ô ié.




                           

 E a canção favorita é:



Gostou?

por: Keka







Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...